Olá queridos, tudo bem? Vou falar do medo que paralisa, que nos impede de tentar algo novo, de fazer algo que a gente quer, de se preocupar com o futuro. As pessoas que apresentam ansiedade, se a gente for investigar o pano de fundo, estará lá o medo gerando inúmeros desconfortos físicos. O medo tem uma vibração mais baixa e portanto influencia negativamente o corpo, mente, alma e espírito. E em parelelo ao medo, está ter o controle sobre tudo.

Infelizmente, nossa sociedade é baseado no medo e controle. Cada vez mais nos trancamos dentro do carro e deixamos de fazer coisas por medo da falta de segurança. A Medicina  Obstétrica cada vez mais mecanizada por temor da morte e por querer controlar todo o processo de nascimento. Não deixar a criança explorar o ambiente por receio dela se machucar ou quebrar algo ao redor. Querer que as pessoas façam como a gente faz, porque temos a crença de que assim as coisas não saem do nosso controle. Vocês conseguem perceber o medo e o controle andando juntos nestes exemplos citados?

Temos a tendência de não ouvir o nosso Eu Superior. É ele que traz a nossa essência e sabe que nós realmente somos. Mas não o ouvimos e seguimos o que determinaram para gente. Tem muito a ver com o artigo que escrevi semana passada. É cômodo fazer igual a todo mundo. Agora o que é eu quero? Quem eu sou? Jogar-se no abismo do desconhecido é para poucos. Porque temos medo de correr riscos, ficando numa zona de conforto, que na verdade pode trazer mais desconforto do que conforto. Contraditório, não? Isto é, preferimos ficar no desconforto com medo de arriscar. Costumo sempre perguntar para os pacientes qual seria o pior dos cenários em tomar uma decisão grande na vida. E normalmente, mesmo no pior cenário, há inúmeras possibilidades de resolver a situação, caso dê errado.

Em resumo, por medo de tentar, as pessoas ficam na mesmice. Muitas vezes tristes, ansiosos, com uma falta de esperança e desejo pela vida.

O que fazer com o medo de tentar?

É super importante cada um entender as crenças limitantes que te deixam neste mesmo lugar de sempre, sem conseguir expressar seu potencial. Além disso, acessar recursos internos e entender a dinâmica de pessoas que se arriscam na vida. E claro, aquela dosagem de coragem para assumir o que seu coração te diz. Assumir quem você é e o que você veio fazer neste mundão. Essa é a minha missão: ajudá-los a se conectarem com a sua essência e ser quem vocês são. E aí? Vamos? Estou aqui, Patricia.