Olá leitores, hoje falaremos sobre preconceito. O que é preconceito? É uma opinião que hostiliza, segrega o outro, normalmente imposto pela sociedade. A sociedade cria regras e normas a fim de que as pessoas possam segui-las. Por de trás dessa intenção, tem um controle enorme para que as pessoas sigam em manada agindo da mesma forma, como por exemplo os animais fazem.

Pessoas despertas e conscientes se empoderam e fazem o que querem, elas ampliam a forma de ver o mundo. O preconceito limita a percepção das coisas. O governo e a sociedade não querem isso porque fica mais difícil de controlar as pessoas. Só que seguir a norma, as pessoas confundem que isso é o normal e o certo, e tudo fora disse é errado e doente. As pessoas precisam ter um trabalho CLT que dê segurança, precisa casar e ter filhos. Precisa ser heterossexual e monogâmico.

Essas ideias fixas e rígidas que existem e que estão tão impregnadas no inconsciente, vão sendo passado de geração em geração. “Homem não chora, se não vira mariquinha”, “homem de azul e mulher de rosa”, “como não vai casar? Quem vai cuidar de você quando você estiver velho?, “Precisa dar um irmãozinho para seu filho, se não ele fica mimado”, “Precisa trabalhar CLT para ter décimo terceiro, férias garantidas, você estará seguro e protegido”. Oi? Se a gente for nos aprofundar nestas imposições, há muito preconceito e superficialidade.

Por que existe então essas crenças limitantes que geram preconceito?

Há muito controle e medo. Você faz as coisas para ter garantias. Garantia de segurança, de ser incluso, de ser cuidado e de favorecer a economia (chegarei lá).

Pensar assim nos desempodera, porque preciso de um outro para cuidar de mim, preciso ser alguém que não sou para ser amado, preciso me submeter a um trabalho que não amo para me sentir seguro. As pessoas se vestem parecidos, se comportam parecidos, têm a mesma forma de se relacionar com a vida, com o trabalho, e com a família. Só que assim, elas se tornam mais distantes de sua essência. Portanto mais infelizes. Ter mais e ser menos. Gastam rios de dinheiro para suprir uma falta de si mesmo. E a economia ferve, e o ciclo da ilusão continua. É por isso que para o governo, essas caixinhas são interessantes.

Excluímos as pessoas que são diferentes da gente, porque assim aprendemos. Porque na real ninguém nos ensinou a lidar com o diferente. Não há convivência, logo há estranheza. Com a expansão da consciência, podemos sair deste lugar de caixas impostas, aprender a lidar com o que é diferente, abrir portas para as inúmeras possibilidades que a vida nos mostra. Não seguir a manada como os animais, seguir a si mesmo, em busca da felicidade. E você? Como está conduzindo sua vida? Conte comigo, Patricia.