Olá amados, semana passada publiquei um artigo sobre conexão. A espiritualidade que tanto ouvimos por aí, está muito ligado a conexão que falei neste artigo. Porque afinal precisamos parar, respirar e se conectar com nosso Eu Superior. O Eu Superior, é o nosso Eu eterno, aquele que sabe sobre nosso passado, presente e futuro. É o nosso Eu sábio, conectado a Fonte Divina do universo. Quando nos conectamos a ele, nos conectamos com a gratidão, amor, abundância. Tudo é possível, tudo está, tudo é, quando nos conectamos com a fonte divina.

Como assim espiritualidade?

Vivemos em uma sociedade extremamente materialista. Sabe as pessoas que só acreditam vendo? Se não esta aqui, então não existe. Precisamos entender que não é porque não vemos, é que não existe. Aonde estava o bebê antes de estar na barriga? Antes de uma mesa ser construída, ela era o quê?  Tanto eu, quanto a mesa, quando o bebê que você conhece, quando esta tela que você lê este artigo, têm a mesma molécula de todo o universo. Não é a coisa mais estranha e linda?

Outra pergunta que quero fazer a você: você conhece gêmeos monozigóticos (mesmo DNA e exatamente iguais)? Pois é, como disse tiveram o mesmo DNA, mesmo ambiente para se desenvolver, mas são bastantes diferentes e se comportam diferente. Como se explica isso? Que parte é essa que os tornam tão diferentes? Lembra do Eu Superior que eu falei? Então, segundo a Antroposofia é isso que diferencia dois gêmeos idênticos.

Precisamos entrar numa era em que há muito mais coisa que os nossos sentidos podem perceber. Não é a toa que Rudolf Steiner trouxe a existência de 12 sentidos. E neles incluem sentidos mais espirituais, pois são mais sutis. São para as pessoas com seus sentidos despertos e com sua mente mais silenciada. Falo para todos os meus pacientes: A mente mente, o corpo fala. E os sentidos mais desenvolvidos dependem de inúmeros fatores, que cabe mais um artigo.

A espiritualidade é aquilo que não vemos, mas que podemos sentir. Isso para mim, é um grande desafio. Sou extremamente racional e pragmática. Com o autoconhecimento, aprendi e calar a mente, ouvir o corpo, e deixar a razão cartesiana ao lado, somente embasando minha percepção, porém não limitando. Com isso, conquistei bastante consciência.

Como cada um se conecta, muda de pessoa para pessoa. Eu a sinto pelo meu próprio corpo. Meu corpo me guia. E meus pensamentos através do meu Eu Superior me guiam nas minhas sessões e grupos. Sou eu, eu sou o canal. Todos nós somos. Mas precisamos nos conectar e mais, precisamos nos conhecer e liberar padrões antigos para que isso se torne mais harmônico e livre. Outras pessoas rezam e conseguem conectar-se. Outras é pelo movimento. Enfim, o importante disso tudo é se abrir para a experiência, e praticar, se possivelmente diariamente.

Como você quer se conectar contigo? Como melhorar sua vida através de grandes conexões? Pense nisso! Luz e amor, Patricia.